Palestras

Sobre o Blog:

Fruto do "Projeto de Ciências - Programas de Prevenção de DSTs" da Instituição de Ensino do CEM Liceu Maranhense, tem por objetivo o fornecimento de informações sobre Programas e Projetos relacionados a prevenção de DSTs.
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A Classificação dos programas e projetos serão classificados nas seguintes modalidades:
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- Institucional;
- Governamental;
- Hospitalar;
- Blogosfera.              

terça-feira, 30 de novembro de 2010

DST/AIDS - Uma História de Amor.

DST - palestra áudio-visual

José Maia - Palestra DSTs

Dr. José Maia ministrando palestra para os integrantes do Projovem Adolescente de Castelo do Piauí.
A palestra aconteceu na biblioteca municipal no Dia Mundial da Saúde (07/04/2009).
Vídeo 1


Palestra engraçada de DST - Palestras Fixas, YouTube.

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domingo, 28 de novembro de 2010

Programas de Prevenção de DST - Fundação Oswaldo Cruz ( 3 projetos)


Programa de Prevenção de DST/AIDS

Fundação Oswaldo Cruz / IOC / HECNúcleo de Epidemiologia

Núcleo de Epidemiologia
Hospital Evandro Chagas / IOC


O combate à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, patologia mais conhecida como AIDS ou SIDA, está sendo travado em várias frentes no Brasil. Uma delas é a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), onde pesquisadores de diferentes áreas há cerca d e dez anos procuram varios aspectos sobre doença e do vírus causador (o HIV) e buscam formas de sua prevenção e tratamento. Ao lado de outros programas, estão sendo desenvolvidos Projetos Importantes, baseados no Núcleo de Epidemiologia do Hospital Evandro Chagas (HEC) e patrocinados pelo Ministério da Saúde (Programa Nacional de DST/AIDS) e pela Organização das Nações Unidas (UNAIDS). Os objetivos principais destas investigações, englobados no Programa de Prevenção de DST/AIDS, consistem na verificação da incidência do HIV no Rio de Janeiro e na realização de testes com produtos candidatos a vacina anti-HIV.

Projetos importantes em andamento no
Núcleo de Epidemiologia

Projeto 01 : Estudo de um Coorte de Homossexuais

O primeiro projeto começou em 1994. Nele investiga-se o comportamento sexual de grupos mais vulneráveis à infecção pelo HIV e a doenças sexualmente transmissíveis (sífilis, hepatitie B, gonorréia, herpes etc.), através do acompanhamento de 500 voluntários (homossexuais e de bissexuais). Os voluntários fazem parte de uma Coorte. Este é o nome que se dá a um grupo específico de pessoas observadas durante certo tempo e num determinado lugar, para efeito de pesquisa epidemiológica. Participam deste estudo, na condição de colaboradores, homens que fazem sexo com homens, de 18 a 50 anos. Todos são soronegativos, ou seja, não estavam contaminados pelo HIV à época em que ingressaram na Coorte. Durante a pesquisa, os voluntários recebem assistência médica e aconse lhamento psicológico, preservativos e folhetos sobre a prática de sexo mais seguro.

O que a FIOCRUZ pretende especificamente com esta pesquisa? De início, verificar a disseminação da infecção pelo HIV em certos grupos populacionais com maiores probabilidades de serem acometidos pela doença. Este levantamento será essencial para determina r o número de pessoas necessárias para outros testes de vacina contra a AIDS. Em seguida, e tão importante quanto a meta anterior, se procurará determinar a a capacidade do Programa de Prevenção do HEC reduzir o número de casos de contaminação por meio de métodos preventivos (o uso do preservativo é o mais corrente). E finalmente, de posse dos dados obtidos a partir de questionários respondidos pelos voluntários, os investigadores avaliarão aspectos sócio-comportamentais significativos sobre práticas e ri scos mais frequentes entre os homens que fazem sexo com homens.

Neste momento, para a etapa final do projeto, estão sendo recrutando voluntários homens que fazem sexo com outros homens e que se enquadrem dentro dos seguintes critérios:
Tenham entre 18 e 50 anos de idade e estejam motivados para participar de um projeto de prevenção de DST. (Caso tenha interesse pode ligar para 260-974

Projeto 02Protocolo V-106 com Vacina anti-HIV

A experiência com um produto candidato a vacina anti-HIV é o outro projeto fundamental da FIOCRUZ. Os testes foram realizados com 15 voluntários adultos saudáveis, soronegativos, de 18 a 50 anos, selecionados após rigorosos exames psicológicos e clínicos. A pesquisa compreendeu a administração de três doses de um produto sintético produzido pelo laboratório United Biomedical Inc., de Nova York, e já experimentado em voluntários nos Estados Unidos, na Tailândia, na China e na Austrália. Depois de avaliados pelo Ministério da Saúde, a Federal Drug Administration, dos EUA, e a Organização Mundial de Saúde, os testes foram autorizados por prestigiadas instituições profissionais e científicas (Sindicato dos Médicos, Conselho Regional de Medicina, Academia Naci onal de Medicina) e entidades outras representantes da sociedade civil (Ordem dos Advogados do Brasil - RJ, Assembléia Legislativa do Estado).

A finalidade desta experiência é investigar a segurança e a imunogenicidade de um composto sintético (um peptídeo monovalente MN, na linguagem científica). Os resultados permitirão avaliar:

1) se o preparado induz o sistema imunológico de uma pessoa saudável a
produzir anticorpos neutralizadores do HIV;
2) se houve reações celulares imunitárias específicas para o HIV;
3) se não há reações adversas; e
4) se a dosagem empregada nos voluntários brasileiros foi a mais adequada.

Os testes no Rio de Janeiro (e em Belo Horizonte, outro centro de pesquisa desta vacina) se inscreveram nas nas fases I e II (segurança e imunogenicidade). Futuramente, poderão ser feitas novas experiências, com o mesmo produto (V-108) ou com outros compo stos, depois de devidamente avaliados pelo Comitê Nacional de Vacinas e o Programa de Prevenção de DST/AIDS, órgão do Ministério da Saúde.

Os projetos de pesquisas, no momento se concentram na participação de pesquisa clínicas relacionadas com as vacinas anti-HIV que são coordenadas pela Programa Nacional de DST/AIDS (PNDST/AIDS) do Ministério da Saúde (MS).


Projeto 03“Estudo de Soroconversão Recente de Pessoas de Comportamento de Risco”

A finalidade desta investigação é descobrir fatores sócio-comportamentais que levaram pessoas a se contaminar pelo HIV nos últimos meses. Ao mesmo tempo se buscará isolar e caracterizar o vírus através da Rede Nacional de Isolamento e Caracterização do HI V. Esta pesquisa (patrocinada pela OMS) fornecerá elementos importantes às redes nacional e internacional especializadas em caracterização dos tipos de HIV. O estudo está sendo financiado pelo CNPq (recursos ainda não liberados) e pelo PAPES-2 (solicitado e em exame pela FIOCRUZ).

No momento estamos cadastrando voluntários homens ou mulheres soropositivos para o HIV que:

  • Tenham um exame HIV negativo feito nos últimos dois anos (1995/1996);
  • Tenham 18-50 anos; e que
  • Estejam motivados para participar de um projeto de pesquisa
(Caso tenha interesse pode ligar para 260-9749)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Sintomas das DST

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são muitas e podem ser causadas por diferentes agentes. Apesar disso, elas podem ter sintomas parecidos. Veja, abaixo, os principais sintomas das doenças mais comuns.
Sintomas: Corrimento pelo colo do útero e/ou vagina (branco, cinza ou amarelado), pode causar coceira, dor ao urinar e/ou dor durante a relação sexual, cheiro ruim na região.
DST prováveis: Tricomoníasegonorreia, clamídia.
Sintomas: Corrimento pelo canal de onde sai a urina, que pode ser amarelo purulento ou mais claro - às vezes, com cheiro ruim, além de poder apresentar coceira e sintomas urinários, como dor ao urinar e vontade de urinar constante.
DST prováveis: Gonorreia, clamídiatricomoníase, micoplasma, ureoplasma.
Sintomas: Presença de feridas na região genital (pode ser uma ou várias), dolorosas ou não, antecedidas ou não por bolhas pequenas, acompanhadas ou não de “íngua” na virilha.
DST prováveis: Sífiliscancro moleherpes genitaldonovanoselinfogranuloma venéreo.
Sintomas: Dor na parte baixa da barriga (conhecido como baixo ventre ou "pé da barriga") e durante a relação sexual.
DST prováveis: Gonorreia, clamídia, infecção por outras bactérias.
Sintomas: Verrugas genitais ou “crista de galo” (uma ou várias), que são pequenas no início e podem crescer rapidamente e se parecer como uma couve-flor.
DST prováveis: Infecção pelo papilomavírus humano (HPV)
Não sinta vergonha de conversar com o profissional de saúde e tirar todas as dúvidas sobre sexo ou qualquer coisa diferente que esteja percebendo ou sentindo. É direito de todo brasileiro buscar esclarecimento e informações durante o atendimento de saúde.

Por que fazer o teste de aids

Saber do contágio pelo HIV precocemente aumenta a expectativa de vida do soropositivo. Quem busca tratamento especializado no tempo certo e segue as recomendações do médico ganha em qualidade de vida.
Além disso, as mães soropositivas têm 99% de chance de terem filhos sem o HIV se seguirem o tratamento recomendado durante o pré-natal, parto e pós-parto. Por isso, se você passou por uma situação de risco, como ter feito sexo desprotegido ou compartilhado seringas, faça o exame!
O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito a partir da coleta de sangue. No Brasil, temos os exames laboratoriais e os testes rápidos, que detectam os anticorpos contra o HIV em até 30 minutos, colhendo uma gota de sangue da ponta do dedo. Esses testes são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), gratuitamente, nas unidades da rede pública e nosCentros de Testagem e Aconselhamento - CTA (ver mapa com localização pelo país). Os exames podem ser feitos inclusive de forma anônima. Nesses centros, além da coleta e da execução dos testes, há um processo de aconselhamento, antes e depois do teste, para facilitar a correta interpretação do resultado pelo paciente. Também é possível saber onde fazer o teste pelo Disque-Saúde (0800 61 1997).